



Sites e URLs em baixo (entre as 1324 e continua neste momento) ou intermitentes:
https://www.ipma.pt/opencms/pt/geofisica/informe/
https://www.ipma.pt/pt/index.html
devolvendo ou “time-out” ou o erro “Not Found”
The requested URL /opencms/pt/geofisica/sismicidade/ was not found on this server.”
Hoje, 17 de fevereiro de 2025, pelas 13:24, foi sentido em Lisboa um abalo sísmico de magnitude 5.8/5.0 (tendo durado 6 segundos). Um sismo desta escala pode causar danos moderados a construções mal estruturadas, incluindo fissuras e quedas de objectos. Embora raramente cause colapsos, pode gerar pânico, interrupções nos serviços e deslizamentos de terra em áreas montanhosas.
Perante uma ocorrência deste tipo seria de esperar que o site do IPMA fosse a principal, mais fiável e segura fonte de informação. Infelizmente não foi (e: de novo). O mesmo já tinha aliás acontecido em agosto do ano passado:
https://cidadaospelaciberseguranca.com/2024/08/26/sismo-de-5-3-em-portugal-expoe-fragilidades-do-site-do-ipma-e-urgente-melhorar-a-sua-resiliencia/
O site do IPMA tornou a não aguentar a carga dos utilizadores que procuraram saber o que se passava e que não conseguiram informação do site.
Ao mesmo tempo o site da Google mostrava o alerta, a vermelho, para a ocorrência sísmica.
Isto significa que quando acontecer o grande sismo que se sabe que irá acontecer – mais cedo ou mais tarde – os sistemas do IPMA não serão resilientes ao aumento de acessos (supondo que as redes móveis e de internet resistem) e, provavelmente, ao próprio sismo.
Repetimos assim a mesmas recomendações feitas em Agosto de 2024:
“Seria prudente se o IPMA para evitar estas indisponibilidades:
1. Usasse CDN (Content Delivery Network) para armazenar cópias do conteúdo do site em servidores distribuídos geograficamente, permitindo que os usuários acedam recursos de um servidor próximo.
2. Implementasse um bom sistema de balanceamento de Carga (Load Balancing)
3. Se já tem balanceamento adicionasse mais servidores ao ambiente para lidar com o aumento do tráfego.
4. Realizar uma optimização do código e site tendo em vista a redução da carga de acessos.
5. Avalie o alojamento do site em plataformas na nuvem que permitam escalar automaticamente os recursos com base na procura.
6. Realize (urgentemente testes de carga e tenha um plano para lidar com a perda total de acessos e de servidores em cidades como Lisboa (supondo que é aqui que os seus sistemas assentam). Actualmente o site parece estar no IP 193.137.20.123 (FCCN) que está associado à geolocalização “Lisboa” (o epicentro do grande terremoto de 1755), ou seja, o centro de dados está em Lisboa algo que, aliás, parece confirmado pelo contrato público que pode ser consultado em https://www.base.gov.pt/Base4/pt/resultados/?type=doc_documentos&id=1862161&ext=.pdf
Implementando estas estratégias, o IPMA poderia minimizar o risco de que o seu site seja colocado fora do ar devido a um grande número de acessos, garantindo o acesso às importantes informações que apenas o IPMA pode fornecer ao público com o rigor e exigência que se lhe reconhece.

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